Homofobia em Nova Acrópole
Tenha o Hachado, se é um cavalheiro, presença viril, e se é uma dama, presença feminina. O oposto está contra a Natureza e nos emparenta com o submundo dos homossexuais e das lésbicas.
— Manual de cortesia acropolista
Há alguns anos publiquei, nestas mesmas páginas, minhas ideias sobre a necessidade de proteger a Nova Acrópole de uma ameaça que se tornava cada vez mais perigosa: a homossexualidade e a drogadição.
A homossexualidade e a drogadição não são uma doença nem uma necessidade, mas um vício mortal que toda pessoa natural e decente está obrigada a combater.
— Almena nº 53: Às damas e cavaleiros Hachados de todo o mundo. Jorge Ángel Livraga
A conduta torna-se polivalente; tudo é bom e tem sua justificativa. Os invertidos e as lésbicas proclamam sua condição com grandes pancartas pelas ruas das principais Capitais do Planeta, e os criminosos encerrados nas prisões são chamados «marginados».
— Bastião nº 106-1: O câncer rosa. Jorge Ángel Livraga
Em alguns Países, os reacionários do «mundo velho» descartaram suas máscaras de bonanças liberais e multam nossos cartazes enquanto «deixam passar» os das lésbicas e terroristas.
— Bastião nº 23-1: A opção. Jorge Ángel Livraga
O roubo, a mentira, costumes imorais (drogadição, alcoolismo, homossexualidade, prostituição, apreço pelo jogo, e outras tantas vezes assinaladas) não cabem em nossas fileiras. Nossos meios devem ser acordes com nossos fins e princípios.
— Mando nº 95: Coerência. Delia Steinberg
(...) onde frágeis damitas se enfundam rústicas calças jeans e botas de montar... até para dar um concerto de piano. E onde os homens gostam de enfeites, massagens sedosas, camisas «unisex» e se contoneiam ao dançar como se fossem bailarinas havaianas, ao mesmo tempo que temem ter uma arma na mão e não sabem sequer manejar um martelo. Tudo isso provocou o caos em que temos de viver, com suas sequelas de drogados, bêbados, homossexuais e egoísmos covardes.
— Bastião nº 154-2: Damas e Cavaleiros, somos iguais? Jorge Ángel Livraga
No nosso Movimento não lhe pedimos que seja um moralista; mas trate de ser o mais moral possível. Não dê mau exemplo a ninguém e não enfanguce sua Alma nos lodos da corrupção. Afaste-se das drogas, dos homossexuais, dos ladrões, dos violentos, dos covardes, dos preguiçosos, dos politiqueiros, dos fanáticos.
— Bastião nº 30-1: Conselhos para os novos acropolistas. Jorge Ángel Livraga