Ideias fascistas de Nova Acrópole
Aqui colocamos algumas citações extraídas dos Bastiões, Mandos e Almenas. Lembremos que esses textos não são os únicos onde Livraga expunha suas ideias. Além disso, nesses textos ele tentava «velar» sua ideologia para não assustar os integrantes.
Não são poucos os que começam a criticar toda a obra da Nova Acrópole e de seus mandos médios, ou deixam nosso Movimento para se entregarem embelesados às correntes pseudo-orientalistas tão em voga, de pandeiretas tocadas nas esquinas e de lânguidos incensos acesos por adolescentes de corpo sujo e alma confusa, que cobrem seus abandonos com o nome de algum Guru da moda. E ainda alguns caem diretamente entre as garras do comunismo ateu.
— Bastião: Os perigos do conhecimento. Jorge Ángel Livraga
Nos Decretos da RIMM de Buenos Aires, em 1975, oficializou-se a Saudação Acropolista, recomendando que o braço erguido mantivesse um ângulo de 45 graus em relação à vertical superior do corpo. Isso já se fazia desde a fundação do Movimento e sua origem foi atribuída a motivações históricas vinculadas ao Império Romano. A palavra «AVE» («Sagrado», em latim) que acompanha a saudação física, ressaltou isto.
— Bastião: Sobre a parte oculta da saudação acropolista. Jorge Ángel Livraga
Saudemos com otimismo estas novas Correntes de Pensamento e de Ação, pois são dardos que se vão cravando nos flancos do materialismo dialético e nos do liberalismo multitudinário, os dois grandes «Dragões» do nosso século XX contra os quais deve erguer o estandarte do seu Ideal todo Acropolista.
— Bastião: A filosofia do risco. Jorge Ángel Livraga
O racismo é muito mais perigoso e multiforme do que parece; não é privativo da Alemanha nazista com seus campos de concentração, mas estende-se aos «Comandos Israelitas» que ainda se dedicam a caçar os idosos que pertenceram ao Partido Nacional Socialista.
É óbvio que um complexo de inferioridade coletivo é muitas vezes motor de exclusivismos. O exemplo mais conhecido é o dos antigos israelitas, que, sentindo-se desarraigados em meio aos grandes centros de invenção das civilizações poderosas que os continham, elaboram a perigosa doutrina de ser «elegidos de Dios» e atacam toda forma de fé que não seja a própria, passando de agressores a vítimas de todo um processo histórico de perseguições mútuas. Insultos e ofensas aos egípcios e outros povos abundam no Antigo Testamento e a cabeça cortada de Holofernes se faz ver como graciosa flor nas «dulces» mãos de Judit.
— Bastião: Os perigos do racismo. Jorge Ángel Livraga
Ao sul da cidade de Los Angeles, na segunda década do nosso século, um grupo de membros da Sociedade Teosófica criou uma minúscula cidade-modelo onde não faltavam pequenas indústrias, centros de recreação gimnástica, salas de oração, auditório, e onde se formaram grupos juvenis organizados militarmente.
— Bastião: Nova Acrópolis y la economía. Jorge Ángel Livraga
Mais tardiamente tivemos notícias das perseguições massivas dos Nazis contra os Judeus e das vinganças pontuais destes últimos sobre os primeiros.
— Bastião: Policromías do racismo. Jorge Ángel Livraga
Com o fracasso que, na Segunda Guerra Mundial, tiveram os regimes políticos autoritários, a posição mental acentua-se, e o progresso técnico mergulha metade do orbe no inframundo da miséria, e a outra metade no desespero por não conceber mais metas que as do conforto já alcançado ou que se vê que outros alcançam, sem poder agarrar-se a ele. O Materialismo reina por toda parte; mas, além da casca, é um materialismo indolente, pessimista, anárquico e ponderativo dos excessos da liberdade que se converte em libertinagem.
— Bastião: A opção. Jorge Ángel Livraga
Enquanto o ônibus corre, moderno, com ar condicionado e microfone à minha disposição, contemplando essas paisagens, vêm-me à memória umas palavras do incompreendido Benito Mussolini, quando dizia que os camponeses eram mais velhos e iam durar mais do que as pirâmides…
— Bastião: Minha viagem ao Egito III — El Serapheon e Sakkara. Jorge Ángel Livraga
Não esquecendo o passado, mas sem revivê-lo com posturas anacrônicas. Vedanta, maçonaria, nazismo, franquismo, etc. já romperam suas lanças contra o materialismo ateu. Usemos nossas novas lanças. As Acropolitanas. Esta é a oportunidade que nos depara o Destino... Não encadeemos seu impulso ascendente de vida.
— Bastião: Acrópole: Nem seita religiosa nem política. Jorge Ángel Livraga